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Gestão da qualidade x Gestão da inovação.

 

 

        

 As décadas de 1980 e 1990 demonstraram que com o mapeamento e padronização de processos,  a capacitação de pessoas e a implementação de modelos de gestão da qualidade, se pode garantir a qualidade,  reduzir custos e desperdícios e assegurar a reprodutibilidade de processos.

 

As melhorias contínuas para incremento da produtividade e redução de custos continuam sendo atualmente realizadas, trazendo avanços incrementais às empresas. A busca pela excelência operacional continua sendo perseguida, todavia, neste mundo globalizado, onde o ciclo de vida dos produtos, serviços, tecnologias, processos e modelos de negócio é cada vez mais curto, as organizações precisam incorporar novos modelos de gestão.

 

A inovação oportuniza às empresas  alcançar diferenciais competitivos necessários para capturar valor para as mesmas. O que se verifica é que as empresas inovadoras atingem performance acima da média nos mercados de atuação.

 

As ferramentas de indução e gestão da inovação precisam ser conhecidas e implementadas.  O que as empresas tem buscado é transformar a inovação em algo gerenciado, assim como foi o movimento da qualidade.

 

O objetivo é que as empresas possam tratar a inovação não através de um processo episódico, mas sim estruturado. Modelos de gestão de riscos devem ser incorporados para a implementação e maior assertividade dos projetos de inovação.

 

É evidente que a produtividade, processo e gestão são termos bastante conhecidos daquelas empresas que vivenciaram o movimento da qualidade e que agora, com ferramentas adequadas, também passam a fazer parte da gestão da inovação.

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